domingo, 23 de fevereiro de 2014

10 dicas para participar da rotina escolar do seu filho

Amei esse artigo e tiver que compartilhar no meu blog

pai-e-filho-estudandoOs especialistas em educação falam cada vez mais sobre a importância da participação dos pais na rotina escolar dos filhos.
O problema é que muitos pais simplesmente não sabem como participar.
Então vamos falar sobre isso!
Recebi da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo uma espécie de cartilha com dez dicas para mamães e papais que querem acompanhar a educação escolar dos filhos, mas ficam meio perdidos.
É bem bacana.
Trago abaixo uma síntese das dez dicas, com alguns comentários meus:
1. Mantenha um canal de comunicação com a escola, buscando se informar sobre as tarefas de casa, a periodicidade das reuniões com pais e do boletim escolar
2. Troque ideias sobre o seu filho sobre a tarefas, mas não a corrija e dê a resposta certa. Isso é função do professor
3. Ele errou na tarefa? Incentive-o a tentar de novo!
4. Não é o fim do mundo não saber responder as dúvidas do seu filho. Assuma que não sabe e peça que ele procure o educador
5. Não faça a tarefa pelos seus filhos
6. Estabeleça um período fixo para que seu filho faça as lições (de manhã ou à tarde) e tente manter a casa tranquila nesses horários
7. Tente estar presente pelo menos em parte das lições de casa
8. Separe um cantinho da casa para o seu filho estudar
9. Se o livro ainda é o principal material didático do seu filho, concentre-se nele (aqui eu complemento: tablets e computadores podem ajudar, por exemplo, em pesquisas, desde que feitas em sites de confiabilidade e sem que o estudante se disperse na internet!)
10. Encoraje seu filho a melhorar, mas evite comparações entre crianças
Publicado por Sabine Righetti no Abecedário
Todos os conteúdos publicados nesse blog podem ser replicados e reproduzidos em sala de aula, sem custo. Solicitamos que os créditos dos vídeos, artigos e demais conteúdos sejam divulgados – valorizar a propriedade intelectual também é uma forma promover a educação!
Editor e jornalista responsável: Adriano Perdigão / MTb:11.501 JP

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

"O Fio, Victoria Hislop"



"O Fio, Victoria Hislop"


Título: O Fio
Autor(a): Victoria Hislop
Editora: Intrínseca 
Número de Págs.: 365

Resenha do livro no site do Livretando:

http://livretando.blogspot.com.br/2014/01/o-fio-victoria-hislop.html#more

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A Arma Escarlate - Renata Venturc

Terminei de ler o livro A Arma Escarlate e realmente me orgulho de ter lido este livro por dois motivos: primeiro por ser de uma escritora contemporânea brasileira e segundo por ter me surpreendido pela história.
Como já fiz o vídeo/resenha vou acrescentar apenas alguns cometários que esqueci de mencionar.
Sobre a abordagem que a autora faz a respeito do uso das drogas. Por ser educadora e responsável pelo Programa Saúde na Escola tive oportunidade de fazer alguns cursos sobre como trabalhar a temática junto aos jovens. E, segundo os formadores, as pesquisas apontam que apresentar os efeitos das drogas, o efeitos positivos claro, atiça a curiosidade de experimentar. Ao meu ver a autora foi muito feliz ao abordar o tema, pois apresentou reações diversificadas diante do vício, já  que cada pessoa é uma e cada expriência pode ser diferente. Então vamos ter uma aluna que rapidamente está comprando em grande quantidade, dando a entender que para ela o vício já estava bem forte. Vemos cenas de violência entre os alunos pela falta da droga.
Uma coisa que eu não achei legal foi a referência ao Harry Potter, quando é falado que foi lançado um livro que estava deixando a comunidade bruxa aterrorizada por medo de expor seu segredo. Achei desnecessário.
Outra coisa que eu me decepcionei um pouco é que a questão que é colocada no início a respeito da caixa de pandora, eu realmente esperava que fosse retificada e não ratificada como, de fato, foi. Claro que sem essa ratificação a história não teria se desenvolvido, n]ao teria como falar da questão da droga, do vício, etc.. Mas é que ficou um pouco fatalista: criado na favela, vivenciando situações de violência, necessariamente vai virar traficante. Eu tinha esperança que não fosse esse o caso. Mas enfim, é isso.